terça-feira, 13 de maio de 2008

Le Cirque du Soleil

Que posso eu dizer do que vi neste fantástico espectáculo “Quidam” do Cirque du Soleil? Sejam quais forem as palavras que utilize, é certo que não conseguirei transmitir a magia a que somos transportados ao longo de duas horas de música encantadoramente original, de elegantes acrobacias que aliam a arte circense ao teatro, tudo embrulhado num guarda-roupa requintadíssimo, excêntrico, que nos transporta aonde nos permitamos acompanhar o nosso imaginário.

“Quidam” que em latim significa “alguém” ou “o caminhante anónimo”, conta-nos a história de Zoe e da sua viagem de descoberta de um outro mundo diferente do que ela conhecia. Este, cinzento, enfadonho e triste, vai sendo substituído por um outro, pleno de luz, cor e fantasia.

Esta metáfora que trata da descoberta do sentido da vida, do meu “Eu” interior tem, no meu ponto de vista, um pendor um tanto dramático; toca intencionalmente o sentimento do espectador, emociona-o.

E foi emocionada que me despedi dos mais de 50 artistas entre músicos, bailarinos, acrobatas, contorcionistas e comediantes e me fui afastando do impressionante grand chapiteau, em tons de azul e amarelo, das luzes que o envolvem e fui deixando para trás o sonho…

2 comentários:

Carla disse...

Deve ter sido qualquer coisa de maravilhoso.
Boa semana
Beijos

Mar Arável disse...

Agora visite e recrie

a memória