segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

"A Restauração"



A 1 de Dezembro de 1640 deu-se a Restauração, fartos que estavam os portugueses dos abusos cometidos pelos reis espanhóis, durante o seu domínio sobre Portugal.

Quem foi, então, aclamado como rei de Portugal?

Existem várias versões:

· “O Marquês de Pombal”

· “D. Sebastião”

· “D. Dinis”

· “Luís de Camões”

· “D. Miguel”

· “D. Mestre de Avis”

· “D. Afonso Henriques” (Ainda e sempre!)

Sucederam-se, inevitavelmente, várias batalhas que são conhecidas por fazerem parte da “Guerra da Restauração”, como, para exemplificação,

· “Batalha de Alcácer Quibir”

· “Batalha de Céguer”

· “Batalha de Monte Carlo”

· “Batalhas de Belém e S. Tomé”

· “Batalha dos três reis”

· “A Batalha das frentes de Alcobaça”

· “Batalha de Monforte

Em outra versão se afirma que a Restauração da Independência se terá dado no ano de “1580”, o que ainda não foi confirmado, note-se.

Quanto às razões que se poderão apontar para justificar a Restauração, citemos algumas:

· “A coroa portuguesa foi usurpada em 1580 à casa que pertencia de juro e herdade”

· “Os reis espanhóis fizeram a união pela força, mas juraram respeitar as leis, faros e costumes do reino de Portugal o que não cumpriram”

Mas, sobretudo, o que justifica mais cabalmente a revolta portuguesa é que “duas ideias perpassam com fios condutores através do movimento restaurador” – e é precisamente esta corrente que desencadeia e estimula o movimento.

O grupo de personagens que levou a cabo esta revolução parece ter pertencido à “Burguesia”, e logo trataram de restituir o poder:

· “À própria burguesia”

· “A Filipe II” (Num hara-quiri espectacular)

· “Ao povo”

· “E a D. João V que recebeu o título de D. João IV de Portugal”

O novo monarca teve de tomar medidas urgentes para garantir o sucesso da revolta. As mais notórias foram:

· “Fez o Ducado de Bragança”

· “O novo rei fez-se pela força”

· “Ele disse que os reis espanhóis só diziam que faziam e nunca chegaram a fazer”

· “Pediu ao Marquês de Pombal que pedisse aos nobres para entregar as terras, senão eram mortos”

· “Mandou expedições para procurar riquezas ao Brasil”

· “Matou algumas pessoas cortando as suas cabeças”

· “Disse que os amava, mas não os temia, por isso não tinha nada com isso”

E embora se trate de uma informação confidencial e secreta, por enquanto, pois pode provocar algum escândalo, “fez o Filipe III”

“D. João IV disse também a D. João V: - Amai-vos; D. Pedro II disse: - Louvai-vos, mas eu que sou vosso senhor nem vos amo nem vos louvo”.

E noutra medida secreta e suspeita:

· “Fez o novo rei, para garantia e sucesso da revolta”

· “Mandou expulsar os revoltosos (que ingrato!) e mandou vir estrangeiros para os treinar (que masoquista!) ”

Excerto da “Nova e Inédita História de Portugal em Disparates” compilada por Luís de Mascaranhas Gaivão.

Este livro, bem como o primeiro consistem , segundo o autor, numa “disparatada História de Portugal, construída com as respostas erradas dos meus alunos, citadas entre aspas e cuja ligação de continuidade , bem como breves introduções de assuntos e alguns comentários a propósito, são da responsabilidade do autor”.

6 comentários:

Carla disse...

Comemorem-se, pois os feitos!

Sofia Loureiro dos Santos disse...

Comprei esse livro há uns anos e fui de espanto em espanto. Absolutamente hilariante.

Donagata disse...

Sofia, tu não te lembrarás, mas foi em tua casa que li o primeiro. Foi uma noite à gargalhada constante até ao fim do livro.

Esse, devo-o ter emprestado e já não o tenho. Já o encomendei na Bertrand mas parece estar esgotado na editora.

susana disse...

Eu era capaz de chorar da minha ignorância... Alguém me perdoe, que meto tanta água...

luis gaivao dos disparates disse...

Minhas queridas comentadoras (são todas senhoras)
Por acaso, encontrei este interessante blog.
Se gostam do meu humor, também têm um livro muito engraçado, da Prefácio Editora: "Estórias de Angola"(2006).
Obrigado pelos coments tão elogiosos, fico vaidoso.
Venho dizer-lhes que saiu "A História Desatinada de Portugal", agora.
Não se vende na Bertrand. Bertrand e Europa-América estão de relações cortadas! Na FNAC, sim. Bom Natal

Donagata disse...

Fiquei extremamente satisfeita de ser visitada pelo próprio autor de uma obra que acho absolutamente hilariante.

Como digo numa das respostas a um comentário não sei onde tenho o primeiro volume e já o procurei em diversas livrarias e não o consigo repor.
Em relação aos outros, é certo que os comprarei de tal modo me agradaram os primeiros que li.

Os meus parabéns.