terça-feira, 26 de agosto de 2008

Voei

(Imagem de Marc Chagal)

Se ao acordares me estranhares,

não busques razões. Não te assustes!

Fui eu que voei nos braços do sonho.

O que aqui vês, é apenas o que resta de mim.

Sou apenas eu,

sem a esperança da quimera.

7 comentários:

Pedro Branco disse...

Ficarei então sentado na esteira, junto à janela, a ver...

antonio - o implume disse...

Só nos filmes de Hollywood e num site europeu podemos encontrar esta tese, a de Nem negros, nem católicos e nem mulheres... estúpido, sem dúvida, mas por oposição de ideias, nós que não fazemos este tipo de segregação e somos inteligentes, como é que, com todo o dinheiro da CEE, temos um país de merda? E os estúpidos são os americanos, os espanhóis, os angolanos, enfim todos aqueles que nos passam à frente…

Donagata disse...

António, tem a certeza que este comentário se destinava ao meu post?

The Hazy Looker disse...

E que bom seria acordar sempre uma nova pessoa, tocada pelo sonho.

susana disse...

Ficar no sonho depois de acordar é, para mim, um lugar comum, mas jamais seria capaz de escrevê-lo de forma tão bela.
Beijoquita cheinha de saudades!

nuvem disse...

Gostei mesmo deste... Mas mesmo, mesmo... Voltei cá hoje só para o reler.

Beijos, muitos e sentidos.

Donagata disse...

Obrigada nuvem. Acho mesmo que é o seu estilo de poema.

Beijos e um bom domingo.