segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

"A mulher certa" de Sándor Márai

Um livro, três personagens, três longos monólogos os quais contam uma história que se vai tecendo de amores, enganos, vinganças, ciúme, solidão, desejos, relações falhadas, ilusões inalcansáveis, esquadrinhando as almas, descobrindo-as nos seus mais íntimos recantos. Um epílogo, também ele um monólogo, ajuda a fechar o círculo da história.

Escrito com inusitada mestria, interliga sabiamente as três versões, de forma dinâmica, sem repetições desnecessárias, avançando, cada uma, para um patamar diferente da história.
Fabuloso. De leitura verdadeiramente viciante.


Como já se percebeu, acabei de ler “A mulher certa” livro de um autor que me era desconhecido até há bem pouco tempo. Foi numa das minhas habituais incursões pelo mundo da blogosfera que li uma crítica a este romance, de tal modo empolgante, que me despertou uma vontade inultrapassável de o ler. O mesmo poste fazia também uma referência muito interessante ao seu autor, à sua vida conturbada bem como a outras obras suas.
Quem estiver interessado em ler um comentário realmente interessante relativo a este romance e ao seu autor, pode e deve fazê-lo aqui, procurando “Sándor Márai”.

Já comecei a ler “As velas ardem até ao fim”. Estou quase no início. Vamos ver se corresponde à expectativa (elevadíssima) que dele tenho.

1 comentário:

Anónimo disse...

aconselho todos os livros de sandor marai. Li todos, as velas ardem ate ao fim, a heranca de eszter e a mulher certa.