quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Ecos

(Imagem: "Ecos" de Luísa Beatriz Osdoba)
É na penumbra deste dia,
Por entre o som monótono da chuva
Que me fustiga o rosto e o corpo.
É por trás do silvo forte do vento
Que assobia enquanto me empurra,
Me agride, me arrepia,
Arrojando folhas tristes
Num remoinho constante,
Que ouço os ecos de mim

Donagata em
2008/01/15

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