quinta-feira, 20 de junho de 2013
sábado, 28 de janeiro de 2012
Apresentação do livro "Geografias Dispersas" - fnac MarShopping part 1
terça-feira, 28 de junho de 2011
Noite de Poemia no Labirinto

Mais uma Noite de Poemia, no Labirintho, a não perder!
No Labirintho, a "Noite de Poemia" da próxima quarta-feira, dia 29, horas, terá em destaque a apresentação poética do livro "O Céu sobre Berlin", de Danyel Guerra.
Durante a sessão, que se inicia às 22h00, serão lidos, por Celeste Pereira e José Carlos Tinoco, trechos da obra e poemas de Sophia de Mello, Ana Cristina César, Hilda Hilst, João Cabral de Melo Neto, Jorge Luís Borges, Olavo Bilac e Danyel Guerra.
Em "O Céu sobre Berlin", Danyel Guerra evoca o derrube do Muro de Berlin, sensações e perplexidades expressas numcroniconto fantasista, misturando uma realidade pungente com uma fabulação luminosa. O livro integra ainda mais nove "estórias de estrada", crónicas encenadas nas cidades espanholas de Bilbao, San Sebastián, Vitoria, Getaria, Barcelona, Oviedo e La Manga del Mar Menor. E ainda uma ode pícara, inspirada na obra da escritora Hilda Hilst.
No final do evento, Danyel Guerra estará disponível para uma sessão de autógrafos de "O Céu sobre Berlin".
quinta-feira, 31 de março de 2011
Noite de Poemia
Assisti ontem, mais uma vez, a uma das já habituais noites de Poemia no Labirintho.
A esta não poderia faltar pois destinava-se a homenagear o poeta, crítico e dinamizador da poesia enquanto espectáculo aqui no Porto e em alguns outros locais, Joaquim Castro Caldas. Um diseur impressionante e um não menos impressionante escritor que, na cave do “Pinguím” todas as segundas feiras, ajudou a tornar a poesia uma arte de ver e de ouvir, de mastigar de abraçar e não apenas um montículo de letras agrupadinhas num qualquer livro ou folha, ou guardanapo….
Ontem, reuniu-se um bonito grupo de amigos, conhecidos, frequentadores das célebres noites de Pinguím e, num ambiente descontraído sem bem que emotivo, foram contando episódios passados com Castro Caldas e dizendo textos seus bem como outros que ele tanto gostava de dizer e com que encantou quem o ouvia.
Realço aqui as intervenções de João Habitualmente, amigo próximo de Castro Caldas, de Rui Spranger a quem se deve a continuidade das sessões de poesia no Pinguím. E, com muita pena minha não recordo os nomes dos outros (tantos) amigos que tão bem lhe prestaram culto. Aqui ficam as minhas desculpas.
A abertura da sessão com a devida apresentação da vida e obra do homenageado esteve a cargo de Danyel Guerra que muito bem o conheceu e com ele conviveu.
Uma excelente sessão.
terça-feira, 22 de março de 2011
Tão loura e fria…

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Noite de Poemia no Labirintho
Porque precisamos urgentemente de muitos "Labirinthos" que nos alimentem a alma à medida que podemos regalar os palatos e conviver com amigos;
Porque irão ser apresentados belíssimos poetas naquele ambiente que podia muito bem ser a nossa casa;
Eu estarei lá...
Quarta-feira, dia 25, às 21h30
“NOITE DE POEMIA”
BRASÍLIA...POUSO A MÃO NO TEU PEITO –
OS POEMAS QUE A NOVA CAPITAL INSPIROU
são alguns dos poetas que participam na "Noite de Poemia" dedicada
a Brasília, que se realiza quarta-feira, dia 25, às 21h30 no Bar Labirintho, Porto.
Assinalando a passagem dos 50 anos da capital do Brasil, esta sessão de poesia
revelará outras criações literárias, entre poemas e crónicas, inspiradas pela cidade
construída de raiz, em quatro anos, no Planalto Central brasileiro.
Manaíra Athayde, Carlos Jorge Mota, Celeste Pereira, Danyel Guerra e Inêz Mota
farão as leituras desta sessão que interage com a exposição
"Brasília 50 anos: Nas Raízes do Futuro", patente na galeria do Labirintho.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
"Poesia in Progress"

Mais sobre Fernanda de Castro aqui
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A Musa ao Espelho
Recordemos então e um bem -hajam!
(Espectáculo na Casa da Música)
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Quarta-feira, dia 14, às 21h30
“BORDAR A VIDA” APRESENTADO NO LABIRINTHO BAR
“Porque a vida é composta de um conjunto de imponderáveis,
devemos procurar tecer os pontos e os nós com que a vivemos,
aqueles a que nos é dado intervir, com toda a sensibilidade e mestria.”
Celeste Pereira
O Labirintho Bar apresenta, esta quarta-feira, dia 14, pelas 21h30, em mais uma “Noite de Poemia”, o livro “Bordar a Vida”, da autoria de Celeste Pereira, uma edição do selo edita-me.
Danyel Guerra fará a apresentação do livro bem como da autora.
As leituras estarão a cargo de José Carlos Tinoco, de Ruth Ministro, e da própria Celeste Pereira.
A sessão será musicalmente animada pela actuação do pianista Pedro Lopes.
No final, a autora (eu) estará disponível para autógrafos.
sábado, 26 de junho de 2010
Lançamento do livro "Bordar a Vida"
E não é que consegui passar uma semana inteirinha sem ser capaz de escrever coisa nenhuma acerca do lançamento do “Bordar a Vida”! É quem nem uma palavrinha sequer. Será isto o tão falado “bloqueio de escritor”? (Era uma piada, não esteja para aí algum distraído a pensar que julgo ser escritora…).
Por um lado não posso deixar de considerar que tive uma festa maravilhosa. Por outro corro o risco de parecer imodesta.
É que foram TANTAS as pessoas que quiseram estar comigo neste momento único!
Conseguiram torná-lo irrepetível, estou certa.
Dizer que constituiu uma surpresa completa, não posso, seria uma mentira. Tinha a certeza absoluta da presença de muitos. A amizade que nos une não permitiria a ausência a não ser que algo de muito grave acontecesse.
Mas foram tantos aqueles cuja vida passou pela minha de forma fugaz, ligeira mesmo e que quiseram estar…
Não tive na ocasião, nem tenho agora, palavras para expressar o prazer e a comoção de ver aquela sala, belíssima, aliás, completamente a abarrotar de pessoas que estavam ali por mim.
Não tive, nem tenho agora, palavras para agradecer as imensas surpresas fantásticas que tive: o carinho que senti em todos, o cuidado que o editor colocou na apresentação, as belíssimas leituras dos meus poemas, emocionantes mesmo (foi a primeira vez que os ouvi), as músicas que cuidadosamente foram escolhidas para me agradar e que foram tão bem interpretadas, as montanhas de flores, and, last, but not the least, a apresentação fantástica que o meu tio fez do livro.
Eu sabia que ia ser bom. Só não sabia que, ao ouvir as suas palavras, iria até conseguir convencer-me, por instantes, que as minhas faziam absoluto sentido e poderiam até interessar a outros…
Ah, já agora, descobri no meu tio, ainda, qualidades que lhe desconhecia: Como ele diz bem poesia!!!
Enfim, não me vou estender mais pois para escrever este bocadinho foi o cabo dos trabalhos.
Termino apenas com um OBRIGADO do tamanho do mundo a todos quantos estiveram, bem como àqueles que gostariam de ter estado e não puderam e que, com as suas mensagens, me deram também força e alento.
Um bem-hajam!
Do livro, se calhar, falarei depois. Merece. É um “objecto” lindo!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Ainda o Convite
Uma grande parte do que está anunciado é uma completa surpresa para mim.
Agora sou eu que aguardo ainda mais ansiosamente o evento que, sem toda esta riqueza de meios, já me trazia em pulgas...
Sab 19/Jun
Lançamento do livro "Bordar a Vida" de Celeste Pereira
Depois de nos deliciar nos eventos da Edita-Me com o seu talento nas leituras, eis que chega a vez de Celeste Pereira nos brindar com as suas palavras.
Assim, é com imenso prazer que editora Edita-Me e a autora Celeste Pereira, convidam para estar presente na sessão de lançamento do livro
"Bordar a Vida"
que decorrerá no dia 19/Jun, pelas 21h30 no Palacete Viscondes de Balsemão
(Praça de Carlos Alberto, 71 * 4050-157 Porto)
Com apresentação a cargo do Gen. Loureiro dos Santos, neste evento, marcado por diversos momentos musicais, participarão:
Musicalmente:
Pedro Lopes (piano)
Inês Oliveira (voz)
Daniel Pina (acordeão)
Nuno Ildefonso (guitarra portuguesa)
Pedro Paixão (violino)
Nas leituras:
Ana Pereira
Carlos Lopes
Miguel Ministro
Olga Oliveira
Ruth Ministro
Venha conhecer as palavras da Celeste Pereira e partilhar connosco momentos que certamente serão únicos.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
SARAU DE POESIA EVOCA TOMÁS GONZAGA
Programado e apresentado por Danyel Guerra, este evento literário-cultural visa assinalar, em ambiente de tertúlia poética, o segundo centenário da morte, na Ilha de Moçambique, do poeta arcádico Tomás Gonzaga, nascido no Porto em 1744.
Atualmente, na sua cidade e país natal, o cantor de Marília não alcança sequer o estatuto de um ilustre desconhecido. Apesar desse esquecimento, a auréola do poeta Dirceu continua luminosa no Brasil. Seus poemas têm inspirado vates do nosso tempo,suscitando frequentes intertextualidades da parte de colegas da estirpe dos acima referidos. Conforme tributou Drummonde Andrade no soneto "Encontro", "é teu poema, a furar o esquecimento dos arquivos, qual flor rompendo a fraga; Poesia eternidade do momento."
Texto de Danyel Guerra
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Convite

A decorrer no Fórum Jovem da Maia (Travessa Cruzes do Monte, n.º 46 * 4470-169 Maia) na próxima sexta-feira, 23/Abr pelas 21h30. Neste espectáculo que será de entrada gratuita, parte da receita das vendas dos livros da Edita-Me (como das restantes obras expostas), reverte a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Contando com a presença de diversos autores que responderam ao apelo da editora e fizeram questão de marcar a sua presença, a Edita-Me associa-se desta forma a este importante movimento.
Estarão presentes os autores:
* Adrião Pereira da Cunha
* Alexandra Malheiro
* Carla Madureira
* Filipe Paixão
* Henrique Normando
* Luísa Azevedo
* Marta Neves
* Ruth Ministro
* Yolanda Freitas
O ilustrador:
* Miguel Ministro
Que autografarão os livros, dando-lhes desta forma um cunho mais pessoal, bem como uma mais valia para quem quiser aderir a esta iniciativa, através da compra das obras, que estarão à venda no local.
Para além destes, participam ainda neste espectáculo:
* Celeste Pereira (Voz)
* Olga Oliveira (Voz)
* Carlos Lopes (Voz)
No aspecto musical, participam:
* 575 Band - [ Pedro Lopes (Piano) e Miguel Motta (Voz) ]
* Bianca Almeida (Voz)
Com a certeza que se viverão momentos únicos e memoráveis, convidamos todos a estar presentes, fazendo de sexta feira, um verdadeiro: Dia Pela Vida!
sábado, 13 de março de 2010
E pronto! E lá fui!
Pois é, pela primeira vez na vida estive no papel de moderadora de um debate com gente muito conhecedora a rodear-me do lado de cá da mesa e um público repleto de pessoas muito mais capacitadas para o efeito do que eu.
Enfim! Consequências da minha doce e extemporânea, diga-se, inconsciência que me faz “embarcar” em projectos que me parecem perfeitamente viáveis mas que, chegada a hora, me deixam absolutamente incapacitada de terror.
É então aí que eu me pergunto qual a droga que eu teria tomado para me apanharem a dizer que sim a semelhante exposição para a qual (e naquele momento já sem o seu efeito) constato que não estou minimamente preparada nem sou de todo capaz de executar com propriedade.
Foi ontem, no Clube Literário do Porto que eu me vi rodeada de dois poetas com provas mais que prestadas na matéria a moderar uma conversa cujo tema era:
“Eros e Thanatos, o amor e a morte na poesia”.
Ei!!!! Grande coisa! Dirão vocês.
Esse é um tema mais do recorrente e que percorre, tal qual uma maldição, a poesia desde Horácio com o seu tão famoso conceito de Carpe Diem ( que terá ido buscar aos epicuristas)até aos nossos dias com, apenas para exemplificar, o belíssimo poema de Alexandra Malheiro (uma das tais que me ladeava) do qual aqui deixo a primeira estrofe.
Urgente
Urgente?
Urgente
é o pão na boca do pobre,
urgente
é o céu
que a todos nos cobre,
urgente é a mão que afaga
e me acode,
urgente
é o não que
na língua me morde.
É verdade, não contesto a insistência do tema nem tampouco a existência de extensa matéria a esse respeito.
Contudo, exactamente por isso mesmo, estava em mim latente a preocupação de não estarmos ali a fazer mais do mesmo e, sobretudo da mesma forma…
(Reparem que, até para tentar relatar o acontecimento o estou a fazer do modo atabalhoado como, naturalmente, o orientei… É que não me ficava nada mal, mesmo nada mal, apresentar as pessoas da mesa!)
Pois bem, estava ladeada por, como já referi, Alexandra Malheiro, poeta com três livros publicados em papel e um quarto em formato digital e que é, nas palavras de Pedro Abrunhosa que assina o prefácio do seu último livro “Luz Vertical” “Poeta inteira, ela própria vertical, infinita e remanescente, mostra-se finalmente como uma das mais surpreendentes novas vozes que se impõem no panorama da literatura nacional”.
Do outro lado estava Rui Almeida, poeta estreante no que concerne não à publicação, pois tem textos seus em colectâneas e revistas, mas à publicação em livro seu com o “Lábio Cortado”. Ganhador, com esse mesmo livro, da primeira edição do prémio de poesia “Manuel Alegre” instituído pela C.M.de Águeda.
No posfácio que creio ser de Paulo Sucena, um dos membros do júri, podemos ler também o seguinte: ”Estamos perante uma poética que estabelece uma subtil conjugação entre a palavra e o mundo, assumida numa apresentação do poema como produto da linguagem.” E diz-nos ainda que “O título do livro…é por si só uma terrível marca do tempo presente… permite-nos falar de uma voz cortada, de um ser imperfeito de uma vida que sangra.”
E agora atentem! No meio, estava eu. Sem prefácios de Pedro Abrunhosa, sem posfácios de Paulo Sucena e sem juízo nenhum pois que me tinha proposto a semelhante função.
Bom, lá tive que assumir aquilo que me propusera e dei início à sessão não sem que antes me tivesse dado uma vontade imensa de largar a correr, num gesto impulsivo, creio até que de auto-defesa, pela Rua Nova da Alfândega.
Não o fiz, claro, mas tive que ir despindo sucessivas peças de roupa, tais eram os calores que me avassalavam.
Como o fiz, o que fiz, se disse muita coisa que não deveria ter dito, se omiti muito do que era importante dizer, se cumpri com as regras mais ou menos estabelecidas ... Enfim, se moderei ou não, convenientemente, o debate, isso não sei.
Sinceramente, aquelas quase duas horas passaram num ápice sem que eu me tivesse dado muito conta do que fazia.
O público, ilustre, devo dizê-lo, foi excelente. Colaborou e enriqueceu a sessão com o seu saber e as suas intervenções e/ou perguntas pertinentes.
E, quando dei por mim, tinha encerrado o debate.
Estava viva, ninguém me lançava olhares assassinos pelo que supunha que acabaria por sair incólume desta assumida imprudência .
Termino, pois a prosa vai já longa. Deixo-vos, contudo, bem acompanhados. Vou deixar-vos com o poema de Rui Almeida que dá título ao livro. Usufruam!
É o lábio cortado que molha o ventre.
Um ciclo de lentidão entranhada
Disperso no vício da suavidade,
Como pedra circulando nos poros,
Que arromba a pele segura pela sede,
Suposto contorno de suor ágil
A entrar na sequência da queimadura.
Entretanto seca o rumor da boca,
A ruptura alcança fertilidade
E o olhar transforma as mãos em segredos.
Ah! E quanto ao tema…. Bem, tirem as vossas conclusões. Certamente não andarão longe das que ali abordámos.
domingo, 7 de março de 2010
Hoje, no Clube Literário do Porto
Apesar do dia cinzento que se anunciava e do trânsito inusitado no Porto naquela zona da cidade a verdade é que o “piano-bar” estava bem cheio e com pessoas que participaram de forma interessada e assaz pertinente.
Não fora já, só por si, de grande interesse o evento tal como costuma ser, este teve a particularidade de encerrar com um recital de poesia e canções que Pedro Branco, acompanhado pela sua viola e por Zé Manel dos Santos, teve a amabilidade de nos oferecer.
A excelente interpretação de Zé Manel que declamava, em perfeita simbiose com a de Pedro que cantava, conferiram a esta sessão momentos de rara beleza quer pelo conteúdo profundo que os poemas veiculavam quer pelo aspecto cénico revelador de um bom gosto a apostar na simplicidade.
Terminou com um momento deveras emotivo em que foram bem visíveis os “brilhozinhos nos olhos” que aquela lagrimazita teimosa se empenhou em deixar em todos nós.
Bem-hajas Pedro por seres como és e por fazeres de todos nós receptores esfomeados da tua arte.








