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domingo, 29 de novembro de 2009

Bohemian Rhapsody

Completaram-se no passado dia 24, 18 anos após a morte de Farrokh Bommi Bulsara. Pois é. Era este o nome que havia sido dado àquele que haveria de ser mais conhecido (diria, conhecido apenas) como Freddy Mercury.

Considerado por mim, e não só, evidentemente, um dos maiores cantores/compositores/interpretes que a minha geração teve oportunidade de conhecer merece, sem dúvida, esta encantadora versão alternativa da sua “Bohemian Rhapsody”, interpretada pelos não menos famosos (também para a minha geração) “Muppets”.







E agora a versão original...

domingo, 4 de outubro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Patrick Swayze


Chegou a nossa vez de lhe fazermos uma grande vénia. Pela carreira, sem dúvida e pela coragem!

Patrick Swayze

Morreu ontem, com 57 anos de idade, pondo fim a um sofrimento cujo desfecho era inevitável e a uma carreira de actor que iniciou sobressaindo, tal como Travolta, com os seus dotes de bailarino (fez bailado clássico).
Protagonizou filmes de grande sucesso de bilheteira tal como Ghost e Ditry Dancing.

Eu conheci-o na mini-série North anda South e confesso que nunca foi um dos meus actores predilectos. Contudo, a sua carreira não foi, de modo nenhum, anódina.


sábado, 8 de agosto de 2009

RAUL SOLNADO

Que dizer de um homem que não deixou ninguém indiferente e que foi o precursor do humor genuinamente português? Um comunicador por excelência. Um espectador da sociedade que transformava essa capacidade de observação em piadas de grande inteligência.

Quem não se lembra de ouvir no rádio, nos gravadores de grandes bobinas, ou nos vinis de 45 rotações e rir como se fosse sempre a primeira vez “A minha ida à Guerra”, “A História do meu suicídio”, “Está lá! É do inimigo?”, “Ida ao médico”, “O Cabeleireiro” e outros de que não me recordo agora? E era rir, por vezes, já por antecipação pois até conhecíamos o texto. Mas a graça era sempre a mesma.

Além disso, quem pode esquecer as suas intervenções fabulosas no programa Zip-Zip, marco da evolução dos programas televisivos em Portugal? E na Visita da Cornélia?

Devo dizer que estou a escrever este pequeno apontamento de sorriso nos lábios. E que, ao procurar um dos seus trabalhos para colocar aqui, já ri despudoradamente como não me lembro de rir. Piadas tão antigas e, contudo, tão cheias de graça e tão actuais algumas. Tal como já referi, é como se estivesse a ouvi-las pela primeira vez. É, seguramente, das maiores homenagens que lhe posso fazer; rir. Era esse o seu trabalho. E que bem o fez.

Foi, sem dúvida, UM COMEDIANTE GRANDE!

Recordemos alguns dos seus trabalhos já algo esquecidos...








domingo, 19 de julho de 2009

Até sempre, Adriano!


Não sei porque teimamos e teimamos em viver uma vida que não nos quer!

Não entendo porque lutamos tanto, amamos tanto, amargamos tanto e choramos tanto!

Não percebo porque se ceifa, assim, uma vida que não viveu porque não teve o fado a seu favor!

Não concebo que se creia, quando se é desamparado, largado, mortificado

e, por fim, despejado num forno ardente, ou numa vala funda, brevemente, pútrida!

E, de nós, que éramos tudo, sobra o nada. O vazio! Por vezes, a memória!

Foste, Adriano, das pessoas mais belas que me foi dado conhecer!

Amigo generoso!

Pai e companheiro dedicado!

Irmão e filho querido!

Foste, acima de tudo, sempre tu!

Ameno e compreensivo nas tuas certezas

que se tornavam, tantas vezes, também as de outros,

apenas porque eram as tuas…

Merecias tudo.

Porque tudo foi quanto sempre deste!

Leva contigo um beijo meu….

E comigo ficarás sempre naquele lugar da memória

que eu reservo apenas para alguns…


Donagata em 2009-07-18

Nota:

Poderá ler aqui a notícia do falecimento de Adriano Teixeira de Sousa de quem tive o enorme privilégio de ser amiga desde a nossa adolescência.


terça-feira, 30 de junho de 2009

Requiem

Requiem aeternam dona eis



Como foi possível Fiona?

Foste assim! Sem avisar! Silenciosa e meiga como sempre soubeste ser!

E linda, mesmo na morte!

E agora. O que faço com este grande vazio que deixaste?


domingo, 21 de junho de 2009

Jubilada!


Duas das fotografias que compõem a minha página. Sim. Porque eu já fui assim!

Sou uma gata verdadeiramente “Dona”. Uma autentica socialite! É que são tantos os compromissos e as solicitações que, muito sinceramente, nem sei para onde me virar. E, mais grave do que isso, não tenho tempo para soltar o verbo em textos extensíssimos e aborrecidíssimos que, por vezes, de forma incauta, lá acabais por ler.

Hoje vou-vos contar algo sobre o importantíssimo evento que ocorreu aqui, na minha Maia, que consistiu na homenagem feita pela Câmara Municipal aos Professores e Educadores de Infância jubilados (lindo!) desde há quatro anos.

O gesto, que devo dizer não foi inédito pois já acontecia com a anterior vereação, teve porém este ano contornos deveras interessantes, reveladores de um cuidado especial que os serviços educativos da Câmara colocaram na preparação do evento.

E se posso estabelecer esta comparação é porque hoje estive lá como jubilada, mas em todas as anteriores cortesias sempre estive como representante da gestão da escola ou, mais tarde, do Agrupamento.

Começo por cumprimentar os elementos que tornaram possível o evento. Desde o Sr. Presidente da Câmara Eng. Bragança Fernandes, ao Sr. Vereador do pelouro da Educação (e de outras coisas) Dr. Nogueira dos Santos mas, essencialmente, a toda a equipa de back-up (a divisão educativa) que não se poupou a esforços para tornar este dia memorável sem ser lamechas ou saudosista.

Todos os troféus entregues (senti-me a Nicole Kidman na entrega dos Óscares, ofuscada pelo barulho dos flashes…) se referiam especificamente àquela pessoa.

Além disso, compuseram um livro interessantíssimo no qual dedicaram uma página a cada homenageada na qual constavam: três fotografias ilustrativas de fases diferentes da nossa vida, bem como alguns dados da nossa carreira profissional. E, claro, o nosso nome.

Bom, esta foi a parte séria da coisa, porque depois não dá nem para imaginar! É mesmo só quem vive uma experiência marcante como esta que se pode pronunciar.

Devo dizer que o evento começou com uma missa à qual eu não fui… Portanto, aguardei calmamente a chegada do grosso do pelotão nos jardins da Quinta da Agra.

Mas assim que começou a chegar aquele mulherio todo (os homens estão sempre em franca minoria, é um facto), começou o coro de Ahs!!!! Ohssss!!!!! Estás tão bem! (leia-se: estás velha que nem um cortiço); Hummm, emagreceste! (queres ver c’a gaja foi pôr a banda gástrica!); É pá, a boa vida só te fez bem!!! ( Olha, esta também já andou pelos botoxes); Fica-te bem esse vestido, é soltinho, fresquinho. E para o dia de hoje, com este calor! (Oh filha, pareces um andor. Também se não fosse assim, aposto que não havia nada que conseguisses enfiar…). Estás morena, já foste de férias? (arrisco-me a pensar que tens ido p’ra Matosinhos todas as tardes para agora dizeres que estiveste num cruzeiro nas Caraíbas)…

Desculpem-me. Eu é que sou mazinha! Eu é que tenho destes maus pensamentos (foi por isso que até nem fui à missa…) e depois generalizo.

Não foi nada assim. A verdade é que foi um prazer imenso rever colegas, mas sobretudo algumas boas amigas que o tempo e as circunstâncias da vida, por vezes, vão afastando.

Tudo se passou num ambiente agradável, de são convívio (muito barulhento também, mas isso é dos livros), em que a alegria e, posso dizer, a excitação do momento, estavam bem patentes nos nossos rostos.

Uns com aspecto mais jovem, outros nem tanto (o tempo é sempre inexorável).

Por vezes muito sorridentes, outras até com uma fugaz lagrimita a querer escapar-se (a malandra!), conforme os temas das conversas se iam desenrolando.

Enfim. Para terminar o testamento. Para ver se não desencorajo totalmente as pessoas de lerem o post, acabo dizendo:

- Foi bom estar convosco outra vez!