segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Ensaio sobre as rabanadas.
sábado, 19 de maio de 2012
Boicote
Deve ser por não publicar comentários de livros que vou lendo há já muito tempo que aqui o blogue me está a boicotar.
Por mais que tente não consigo tirar estas linhinhas brancas que sombreiam as frases do texto....
Também não me apetece tentar mais.
Pois que impere o sombreado a branco e não se fala mais nisso!
quarta-feira, 1 de junho de 2011

No dia que lhes dedicamos (não deveriam ser todos?) aqui vai um texto que nos revela como são MARAVILHOSAS as CRIANÇAS.
Ei-las a dissertar sobre as Avós...
Uma avó é uma mulher que não tem filhos; por isso gosta dos filhos dos outros.
As avós não têm nada que fazer, é só estarem ali.
Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as folhas bonitas nem as lagartas.
Nunca dizem: despacha-te. Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem atar-nos os sapatos.
Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo, ou uma fatia maior.
Uma avó de verdade nunca bate numa criança; zanga-se, mas a rir.
As avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.
Quando nos lêem histórias nunca saltam bocados e não se importam de contar a mesma história várias vezes.
As avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo.
Não são tão fracas como elas dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma avó, sobretudo se não tiver televisão.
(in "Enfants de Partout" - Composição de crianças de 8 anos - Genebra)
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Desabafo

Havia já algum tempo que eu apenas passeava o meu cartão para cá e para lá (é verdade Susana, sou das que preferia que apenas a posse de um cartão já trouxesse benefícios físicos…) sem que, na verdade, me decidisse a exibir o corpinho e pô-lo a trabalhar.
Verdadeiramente este meu desertar deveu-se a uma série de constrangimentos familiares, de saúde e outros. O que é certo também é que lá se foram dissipando os tais constrangimentos de saúde, os familiares foram-se organizando e encaixando no dia-a-dia restando apenas os outros, a omnipresente e imensa preguiça que me tem acompanhado fielmente em todos os momentos da minha vida.
Até que, vejam só, na semana que passou decidi (sou uma mulher de decisões desde que não seja para ter muito trabalho) reverter a situação. Arrumei o cartão (perdi-o) e toca a fazer hidro e natação como se não houvesse amanhã.
Dá para perceber que tal como do Health Club e da minha médica de família gosto também muito de água. E quem diz de água diz também de descansar entre natações e aulas num belíssimo jardinzinho de inverno onde cultivava a mente lendo o meu eterno livro (que são vários, obviamente, era uma pequena metáfora apenas para dar um ar mais rico à prosa).
Hoje, para não destoar, lá fui eu à minha aulita de hidro que é, por acaso, a mais mortífera da semana mas também aquela de que gosto mais. Vai na volta sou discípula de Leopold Ritter von Sacher-Masoch e nem sabia. A senhora que dá a aula, por outro lado, é sem dúvida seguidora do Marquês de Sade saiba-o ela ou não.
Terminada a aula e lamentando-me da falta de tempo para o cultivo da mente já que o corpo estava por demais amanhado vim a saber que o meu espaço favorito no clube, aquele onde posso estar, ora estendida ora deitada, a absorver mesmo os raios de sol mais envergonhados que o Inverno traz, iria ser transformado numa sala de cycling!!!!!
Confesso que não estava preparada para tal! Fiquei arreliada e preocupada. Mas será que aquela gente não arranja outro sítio para plantar as biclas sem estragar parte daquilo que distingue o Meu Heath Club de um ginásio qualquer?
Ó senhores! Digam lá para onde vai o conceito de bem-estar integrado?!
Mas isto é só “malhar”?
Fiquei preocupada, vim preocupada e ainda estou preocupada.
É que eu sou uma mulher fiel e não estou disposta, com esta idade, a ter de trocar de Health Club (nem de médica de família e também, já agora, nem de cabeleireira). Mas frequentar um ginásio que seja apenas para ir “malhar” e vir embora sem qualquer outro benefício foi peditório para o qual já dei, não resultou e não estou disposta a repetir.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Tempos de desassossego estes...
Terminado que está o período de ressaca, (a tal provocada pelo lançamento do livro que, digo-vos eu, nem imaginava que pudesse acontecer), passei a outro muito menos interessante, é certo, de mais cuidado, seguramente, mas nem por isso menos incapacitante e muito mais exigente: o de enfermeira a tempo inteiro.
É que, imaginem, a minha filha, criança para os seus vinte e sete aninhos, está com varicela!
Pois, é doença de infância é certo, mas não tenho culpa que, aqui por casa, as infâncias se prolonguem até idades tão serôdias.
É uma doença benigna, eu sei. Mas quando dá nestas infâncias tardias, também é certo que pode ser muito agressiva nos sintomas, bem como pode também transportar um “pacote” de problemas subsidiários dispensáveis por preocupantes.
E “esta praça”, em vez de se sentar aqui em frente ao seu portátil, a responder, toda babada, às muitas mensagens de simpatia de que tem vindo a ser alvo, não…
Ora controla a temperatura da criança (não vá o diabo tecê-las), ora fiscaliza a tosse e eventual falta de ar, ora pincela borbulhas com betadine (artisticamente, diga-se. Provavelmente a minha vocação verdadeira, mesmo a sério, está ainda por descobrir. Virei a ser body painter???), ora inventa apetites de refeições para a menina não enfraquecer mais ainda e, reparem só, ainda antes de tudo isto, providenciou com todo o seu saber o serviço de catering para uma semana de filmagens que a produtora de que a cachopa faz parte, está a concretizar lá para as bandas do Gerês e do Soajo.
E olhem que foi comidinha para os restantes sócios, actores, maquilhadores, técnicos de som e sei lá que mais…
E a menina…na cama. E mal que é ainda o pior…
E eu aqui. Preocupada, sem saber muito bem o que fazer, sem vontade (se não considerar esta de trepar pelas paredes…) para coisíssima nenhuma.
E “prontos”. Sai isto!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Apenas para pensar

"Subnutrido de beleza, meu cachorro-poema vai farejando poesia em tudo, pois nunca se sabe quanto tesouro andará desperdiçado por aí..."
Mario Quintana
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
E, novamente, lhe saiu o pezinho do sapato...
E o assunto é, como certamente já imaginaram, a comunicação do Sr. Presidente da República que, além de extemporânea , veio apenas aprofundar o buraco em que, no meu ponto de vista, já se havia enfiado e, do qual, terá grandes dificuldades em sair incólume.
É verdade Sr. Presidente de todos os portugueses. Tal como disse (e ouvi a comunicação várias vezes), foram, de facto, ultrapassados todos os limites do tolerável e da decência. Mas por si, Sr. Presidente da República!
Julgo estarem há muito ultrapassados os tempos do PREC e vivermos, de momento, num Estado de direito em que vigora uma democracia estabilizada há muitos anos. Assim sendo, o Presidente de uma República com as características que a nossa tem, não se pode dar ao impudor de emitir (tarde e a más horas), uma comunicação dúbia, demagógica, sem qualquer conteúdo, cujo objectivo além de estar longe de tentar esclarecer coisa nenhuma, ainda se enreda em insinuações não se sabe muito bem de quê ou relativas a quem, mas que contribuirão apenas para piorar o que já estava mal; as relações institucionais entre os dois órgãos de soberania: a presidência e o governo.
E isso, Sr. Presidente, preocupa-me. Como já disse sou uma cidadã atenta e, como tal, julgo que as energias de todos os responsáveis se deviam canalizar para a governação, sobretudo atendendo ao momento difícil que se vive em todo o mundo do ponto de vista financeiro e, consequentemente económico, tornando muito mais difícil o acto de governar..
Mais uma vez, Sr. Presidente, saiu-lhe o pezinho do sapato…
domingo, 27 de setembro de 2009
Mas que teia mal urdida!!!!
Para quem aqui vem com alguma frequência sentirá, no mínimo alguma estranheza, ao ler este post por causa do tema que vou abordar. É que, não é de todo meu hábito, comentar assuntos que se prendem com política. Não pelo facto de achar que não tenho nada a ver com “essas coisas”. Muito pelo contrário, é minha opinião que todos temos o dever de interferir e de ser activos em relação às opções que queremos para o nosso país; à escolha das pessoas pelas quais queremos ser conduzidos desde que utilizemos todos os meios democráticos que estão ao nosso alcance.
O problema reside aí mesmo, nos meios. É que apesar da grande bandalheira em que se têm vindo a tornar as campanhas eleitorais nas quais, na minha perspectiva, tudo é mais importante (a ofensa pessoal, o ataque público despudorado, a mentira, a fuga airosa a compromissos anteriormente assumidos) do que o projecto que este ou aquele candidato apresenta para resolver os problemas do país, não contava com alguns extremos…
Pois, sou ingénua. Eu sei. Já o disse aqui diversas vezes e, já diz o povo: “Quem não usa não cuida”.
É que esta história das escutas ao Sr. Presidente da República já me anda a irritar há uns bons tempos. A bem dizer desde que começou.
Eu bem tentei não mexer no assunto mas, após ter ouvido e lido tanto contra-senso e tanta “informação” que não consigo encaixar de maneira nenhuma, restou-me fazer um apanhado de tudo o que havia lido e escutado e tirar as minhas conclusões.
Assustaram-me, devo dizer. Mais propriamente incomodaram-me e deixaram-me apreensiva. Pois, dê as voltas que der às peças do puzzle não consigo chegar a nenhuma conclusão que isente o Sr. Presidente da República portuguesa (!!!).
Se não sabia de nada, porque não se pronunciou atempadamente?
Se sabia e não se quis pronunciar, porque não seguiu com queixa pelas vias devidas, com maior ou menor discrição?
Sendo Fernando Lima um colaborador de Cavaco Silva de há tanto tempo (e pelo que eu li provindo dos mais variados quadrantes políticos, pessoa considerada de grande lisura e correcção nas suas atitudes) porque carga de água é que resolveu, justamente agora, estar-se nas tintas para o Sr. Presidente e emanar tal informação sem lhe dar conhecimento?
E, já agora, porquê ao Público?
E este, não tem por obrigação, que mais não seja em prol da mais básica ética, investigar os “furos” que lhe chegam à redacção?
Tantas perguntas!!!!
E sabem que mais? Para mim, repito, para mim, simples cidadã embora atenta, apenas uma resposta lógica:
Tudo isto não passou de uma teia (mal) urdida pelo próprio Presidente da República, pasme-se (eu, tristemente, pasmo), com vista a, em período eleitoral, dar uma mãozinha à sua amiga Drª Manuela já que a sua “bandeira” de campanha se centrava na “asfixia democrática”, “ no ambiente de medo”…
Mas, e agora pergunto eu, que credibilidade poderá ter o senhor, depois de uma atitude destas, como Presidente da República?
Será que o senhor pensa que os portugueses não têm capacidade de raciocínio? Não cogitam? Não se preocupam com a fragilidade institucional por ele comprada com esta atitude que, inevitavelmente, terá consequências funestas para o país seja qual for o partido ganhador?
Oh Sr. Presidente! Saiba "Vossa Excelência(?)"que até para se tecerem teias bem feitas é necessário ser-se aranha…
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Patrick Swayze
Patrick Swayze
Protagonizou filmes de grande sucesso de bilheteira tal como Ghost e Ditry Dancing.
Eu conheci-o na mini-série North anda South e confesso que nunca foi um dos meus actores predilectos. Contudo, a sua carreira não foi, de modo nenhum, anódina.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Rua N. Sra. de Fátima, n.º 334 – Porto
Fui, na quinta-feira passada, FINALMENTE, ao renovado “Labirintho”.
Bar, com diversas valências, por demais conhecido na cidade invicta (na rua Nossa Senhora de Fátima), reabriu há uns tempos remoçado e a estalar de ideias atraentes.
Mantém-se o mesmo espaço, carismático, com algumas melhorias. Para além da abertura de um sítio, muito confortável e apelativo, em que os livros de poesia, teatro, fotografia e cinema são os principais e nobres protagonistas, mantém a sala de entrada para exposições de arte e criou um maravilhoso espaço de snack, amplo luminoso e com muito gosto onde, para além de podermos cometer alguns pecadilhos gastronómicos (grandes pedaços de mau caminho no dizer de uma amiga minha), podemos ainda, durante o dia (abre às 4h!) usufruir de umas horas serenas e muito, muito agradáveis ou então, à noite, de música ou sessões culturais/artísticas diversas. Para breve, a esplanada exterior “roubada” aos tradicionais quintais do Porto.
O snack visto da escadaria. Ao fundo, local onde decorrem as sessões de poesia
Foi exactamente o que fui apreciar quinta-feira. Uma excelente sessão de poesia em que o Zé Carlos Tinoco e a Cláudia Novais emprestaram as excelentes vozes que possuem bem como as suas incontornáveis capacidades interpretativas a poetas como Jaime Cortesão, Bocage, Cesário Verde, Jaime Sabines, Jorge Luís Borges, Isabel de Sá, Hilda Hirst, Maria da Graça Varela Cid, Alberto pimenta…
De realçar a excelente introdução de Danyel Guerra que de uma forma informal mas terrivelmente agradável que o define como o excelente comunicador que é, apresentou os poetas que iriam se ditos revelando um background cultural inusitado nas nossas praças. Um prazer ouvir.
Não posso terminar sem deixar aqui um agradecimento a todos quantos se empenharam para que este espaço seja o que é e se revista, na sua singularidade, da importância que tem no panorama de oferta cultural e de lazer da nossa cidade.
Um bem-haja a todos!
sábado, 15 de agosto de 2009
Passeio de Sábado
Hoje o dia amanheceu excelente e logo pensámos ir à praia.
São tão poucos os dias que o podemos fazer…
Mas, foi aí que me lembrei que o “Gatão”, no domingo passado, tinha-se descuidado a ler o jornal ao sol e tinha apanhado o escaldão da sua vida.
E agora parece uma serpente na época da troca de pele; escama por todos os lados. Ora, como o novo revestimento é ainda muito mimosinho e, em alguns locais, ainda se mantém a pele queimada que já perdeu a tonalidade de “presunto de Lamego” (curado com muito colorau) mas ainda se mantém encarniçada quanto baste, resolvemos pôr em prática um plano de contingência e rumarmos ao topo norte de Portugal, à belíssima localidade de Vila Nova de Cerveira, ou apenas Cerveira como também é conhecida. Estaríamos perto da praia, poderíamos olhar para ela se quiséssemos mas também podíamos não o fazer e contentarmo-nos com ir à feira (hoje era o dia da grande feira de Cerveira que mobiliza resmas de forasteiros que aqui chegam de carro, de camioneta e sei lá de que outras formas) e admirar, extasiados, o belíssimo rio Minho.
É claro que a primeira impressão que temos é que chegámos à Galiza tal é o número de “nuestros hermanos” que por lá deambulam. Devo-vos dizer que a dada altura já perguntava preços em gallego assim como pedia desculpa e agradecia na mesma língua. Quando não se pode vencer o inimigo (salvo seja, que até me gustam los gallegos…), já diz o ditado, o melhor é juntarmo-nos a ele…
Em boa verdade, é mais ou menos o inverso do que acontece quando chegamos em Agosto a S. Xenxo, por exemplo, parece que estamos em Portugal. Mal pomos o pé fora do hotel encontrámos logo os vizinhos, os amigos, os colegas de trabalho… Enfim, um ambiente deveras familiar. E português, é sem margem para dúvida, a língua dominante o que, convenhamos, não acontece numa parte do nosso país no mesmo período…
Mas regressemos a Cerveira. Vale a pena. O dia foi de intenso calor. Mesmo assim nada me impediu de ir à feira, como já disse, e apreciar embevecida as inúmeras barracas de malas e carteiras, pólos, perfumes, óculos Gucci, Prada, C.K. , David Jones, Burberry and so on, and so on…
Em suma, o sonho de qualquer gata que se preze. Gata com pedigree, claro. Assim ao estilo pseudo-intelectual da linha (já fui elogiada desta forma, aqui).
Bem, mas regressemos a Cerveira essa belíssima Vila que merece ser citada por muito mais do que pela sua feira.
À medida que nos vamos aproximando apesar de ainda algo distantes, podemos avistar, no cimo de uma colina denominada de Alto do Crasto, uma enorme escultura do Cervo, da autoria do escultor José Rodrigues.
Nesse local existiu nos finais do século XI, quando da autonomização do Condado Portucalense, um castelo que servia como protecção fronteiriça das terras de Cerveira. Não esquecer a importância que o rio Minho passou a ter como fronteira natural e, consequentemente, as necessidades da sua defesa. Neste caso, a maior parte das vezes, das investidas dos galegos mas também dos mouros e dos normandos.
Mais tarde, em 1297, 157 anos depois do reconhecimento de Portugal como nação independente, D. Dinis e D. Fernando IV de Castela assinam o Tratado de Alcanices, que vem pôr fim aos confrontos com Castela e delineiam, finalmente, a fronteira entre os dois reinos. Este tratado de paz, uma vez que estabeleceu a fronteira no Minho, tornou mais do que nunca imprescindível a sua fortificação. Assistiu-se, a partir deste momento a um renovado esforço de repovoamento da região.
Assim surgiu a “Vila Nova” de Cerveira com a atribuição da Carta de Foral por D. Dinis, corria o ano de 1321, e a construção de um novo castelo, destinado a proteger a vila em desenvolvimento.
Deste castelo são ainda hoje, bem evidentes os vestígios.
Mais tarde, no século XVIII e ainda com as guerras da Restauração, procedeu-se a um reforço das fortificações já existentes, medievais. Foi construída uma fortaleza que envolveu a vila apoiada por outros dois pontos fortificados: a Atalaia do Alto do Lourido, e o Forte de Lovelhe.
De tudo isto podemos ver vestígios bastante bem conservados.
Além disso, a presença humana neste local remonta à pré-história havendo diversos vestígios, de grande importância para o estudo da pré e da proto- História em terras do norte de Portugal. Entre os vários elementos detectados, merece destaque o tesouro da sepultura da Quinta de Água Branca, cujo espólio está integrado no Museu Nacional de Arqueologia.
A grande expansão demográfica que está na base do povoamento actual deu-se com a multiplicação do número de castros, já sob uma forte influência da romanização.
Bom, mas chega de paleio histórico. Quem gosta, aproveite o verdadeiro manancial que a região nos oferece. Quem passa bem sem andar a espreitar calhaus e, além disso, não é coscuvilheiro suficiente para andar a investigar a vida dos outros, antepassados ou não, tem sempre a feira, um must, e a beleza natural da região. Isto já para não falar na excelente gastronomia que podemos (os que podem) saborear.
Local a não perder.





