domingo, 24 de maio de 2009
Kiss from a rose (Seal)
"Kiss From A Rose"
There used to be a graying tower alone on the sea.
You became the light on the dark side of me.
Love remained a drug that's the high and not the pill.
But did you know,
That when it snows,
My eyes become large and
The light that you shine can be seen.
Baby,
I compare you to a kiss from a rose on the gray.
Ooh,
The more I get of you,
The stranger it feels, yeah.
And now that your rose is in bloom.
A light hits the gloom on the gray.
There is so much a man can tell you,
So much he can say.
You remain,
My power, my pleasure, my pain, baby
To me you're like a growing addiction that I can't deny.
Won't you tell me is that healthy, baby?
But did you know,
That when it snows,
My eyes become large and the light that you shine can be seen.
Baby,
I compare you to a kiss from a rose on the gray.
Ooh, the more I get of you
The stranger it feels, yeah
Now that your rose is in bloom.
A light hits the gloom on the gray,
I've been kissed by a rose on the gray,
I've been kissed by a rose
I've been kissed by a rose on the gray,
...And if I should fall along the way
I've been kissed by a rose
...been kissed by a rose on the gray.
There is so much a man can tell you,
So much he can say.
You remain
My power, my pleasure, my pain.
To me you're like a growing addiction that I can't deny, yeah
Won't you tell me is that healthy, baby.
But did you know,
That when it snows,
My eyes become large and the light that you shine can be seen.
Baby,
I compare you to a kiss from a rose on the gray.
Ooh, the more I get of you
The stranger it feels, yeah
Now that your rose is in bloom,
A light hits the gloom on the gray.
Yes I compare you to a kiss from a rose on the gray
Ooh, the more I get of you
The stranger it feels, yeah
And now that your rose is in bloom
A light hits the gloom on the gray
Now that your rose is in bloom,
A light hits the gloom on the gray.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
“Vaticano em silêncio sobre a Vergonha irlandesa”
Vaticano em silêncio sobre a Vergonha irlandesa
A sério???
Estou realmente surpreendidíssima!!!!
Até nem é nada habitual da parte do Vaticano não reagir prontamente a estas situações!
Sim, porque a Igreja Católica e o Vaticano (sede desta instituição), costuma ser muito rápida e séria a assumir todos os seus podres! E mais ainda, a banir do seu seio os elementos que a tornam putrefacta!
Senão esperemos para ver. Será que a Igreja Católica irlandesa, na pessoa do Cardeal Sean Brady, seu líder, que pediu desculpas e se mostrou penalizado por todas as situações de maus tratos e abusos acontecidos nas instituições em causa, não correrá o risco de vir a ser advertido pela Santa (?) Sé?
É que para os outros, os prevaricadores foi concedida (comprada) imunidade!!!!! Aliás nem se sabe quem são.
A eterna e repugnante impunidade da Igreja católica, que se arrasta ao longo da História e que tanto sofrimento tem causado quando, o suposto, seria mitigá-lo de todas as maneiras possíveis.
Já era tempo de alguma coisa mudar, bolas. E isso, está apenas nas mãos dos católicos sérios, conscientes e verdadeiros fiéis.
Os Órfãos do Mal - Nicolas D'Estienne D'Orves
Pois bem, parece-me que, ultimamente tenho tido alguma pontaria para livros que me deixam um tanto desapontada.
Nem era muito comum acontecer-me mas, ou porque esteja mais exigente, ou porque tenho tantos livros para ler e o tempo é tão pouco, custa-me gastá-lo com aqueles cuja mais-valia é escassa, quando poderia ter grandes proveitos com outro, quem sabe?
Contudo, ainda não sou capaz de largar um livro sem o acabar. Dou-lhe sempre o benefício da dúvida e, a verdade, é que já tenho tido enormíssimas surpresas (positivas, claro).
Comprei e comecei a ler este romance muito motivada. Por algumas críticas abonatórias que tinha lido a seu respeito mas, essencialmente pelo momento histórico que aborda com todos os seus horrores e ainda um pouco com um certo secretismo que se mantém em seu redor. O assunto, para mim, mais empolgante e que é bandeira do livro, era o “Lebensborn” em relação ao qual tenho uma grande curiosidade.
O Liebenborn, em termos muito básicos, tratou-se de um programa que Heinrich Himmler pôs em prática e que se traduzia na ajuda a jovens e mulheres “racialmente puras”, possibilitando-lhes, secretamente, darem à luz uma criança que seria entregue às SS que trataria da sua adopção e educação. Embora inicialmente fosse este o objectivo das casas mantidas, pelo programa para o efeito, acabaram por se converter também em locais de encontro entre mulheres de “raça ariana pura” e oficiais da SS com o objectivo da criação da tal “super-raça”.Enfim, era isto e sabemos lá que mais…
Bom. O que eu posso dizer é que a leitura do romance me deixou um certo amargo de boca. Não era com isto que eu contava. É um romance que de facto baseia toda a sua trama em personagens e locais ligados aos horrores vividos durante o período nazi, sobretudo, de facto, no que concerne aos “viveiros de crianças” mas que o faz de uma forma pouco séria, exageradamente ficcionada.
É um thriller, eu sei (pelo menos assim vem classificado), trata-se de um romance, portanto ficcionado mas, já que se abordam aspectos históricos tão importantes, não lhe faria mal nenhum um pouco mais de rigor.
O enredo passa-se a dois tempos: 1987 e 2005. Mas, para complicar um pouco mais, surgem textos, vitais para o enredo, anteriores, contemporâneos e ligeiramente posteriores ao período da II Guerra…
Pois é. Por vezes torna-se complicado seguir, sem percalços, o percurso das personagens dado que vão tomando diferentes nomes nos diversos documentos que contextualizavam livros de uma famosa autora e que vão surgindo.
Como já referi, não é completamente desinteressante como um thriller que pode muito bem até vir a ter uma sequela. Mas que perde, na minha modestíssima opinião, pelo exagero do intrincado da trama em desfavor dos dados históricos que só poderiam enriquecê-lo.
Está bem escrito, motiva o leitor, contudo, como já disse, ficou muito aquém das expectativas, das minhas, claro.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
O Pardal
Imagem da net, autor não identificado
Estou daqui a observar
aquele pequeno pardal
que ensaia o seu voar
do alto do meu beiral.
Olha p'ra baixo a avezita.
Vejo-a ansiosa, a piar.
Escorrega-lhe a patita…
Eis que se perde no ar.
Vem a pique estonteada
até que agita as asitas.
Movimenta-as, desajeitada,
e vem pousar, nas ervitas.
Mas eis que o siamês, o gato,
que aguardava paciente
por entre as folhas do cacto
ali, bem na minha frente;
e que só por distracção
eu ainda não avistara
tal era a minha atenção
perante cena tão rara,
dá um salto repentino
tentando a ave apanhar.
É aí que eu me obstino,
e lá vai o livro pelo ar.
O gato foge numa pressa,
com medo de tão grande míssil.
Mas para o cacto regressa
com um ondular leve e grácil.
Lá vou o livro apanhar
e procurar o pardalinho.
Está encolhido, sem piar,
quer sua mãe e seu ninho.
Pego nele com cautela
não o quero assustado.
E vou levá-lo à janela,
aquela que fica mais perto
do seu ninho no beirado.
