E pronto. Eis-nos chegados ao dia de S. Valentim, mais conhecido actualmente por dia dos namorados.
Ou seja, mais um pretexto para que os namorados e namoradas, maridos e esposas se entreguem a uma corrida desenfreada ao presente, à marcação do jantar no restaurante mais em voga, enfim, uma corrida ao consumo aprazado.
Recuso-me terminantemente a ir por esses caminhos que me irritam solenemente uma vez que, em qualquer dia do ano, os namorados e as namoradas, os maridos e as esposas podem e devem, mimar o outro com uma atenção especial, um carinho, uma atitude fora do comum, enfim, até um olhar…
Contudo, como de santos entendo muito pouco, tive curiosidade em saber quem era S. Valentim e o que tinha feito para que este dia se transformasse no “Dia dos namorados”. Sim, porque o Santo, como santo que é, não tem qualquer responsabilidade naquilo em que o dia se tornou.
Eu tenho para mim que ele nem haveria de gostar!...
Bom, por casualidade, no domingo passado, almocei num restaurante que já fazia publicidade ao menu especial que iria servir hoje.
Estava pousado nas mesas numa folhinha muito bem feitinha que continha uma resenha pequena mas interessante da vida do Santo.
É essa informação, feita por alguém para a Estalagem da Via Norte, na Maia, que aqui coloco hoje. O menu, devo dizer-vos que é deveras convidativo.
E agora, vá lá. Ponham os óculos. Esses! Sim, os mais graduados. E agora tentem ler. Então vá! Façam lá um esforcinho!




