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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Dia divertido!


Olha nós ontem!

Oh, tão contentes!

E o caso não era para menos. Comemoravam-se dois aniversários: O da Helena e o do Zé.

Estávamos todos muito animados e foi um dia, quanto a mim, muito divertido.

Na fotografia, não foi possível apanhar os dois aniversariantes pois não estavam em condições de aparecer em lado nenhum (os vinhos eram bons!) uma vez que estavam deveras emocionados.

Mas, como se pode ver, os restantes estavam animadíssimos. O Miguel é que não deveria estar a fumar… Não havia necessidade!

Lá que ande com o isqueiro no bolso, bom, ainda dá para o disfarce. Mas isto! Isto foi uma distracção imperdoável.

Agora, desejo que ambos tenham um ano muito feliz que lá estaremos todos para o próximo a ajudar à festa.


(Imagem de Louis Wain)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Tango Argentino no seu melhor




Este vídeo foi-me enviado pela minha professora de Tango Argentino, Inês Tabajara (e dançarina também), como sendo o seu par preferido neste tipo de dança.

Obviamente que se refere apenas aos profissionais, porque no que diz respeito aos amadores, eu e o meu Gatão, sem margem para dúvidas, estamos verdadeiramente muito à frente. É que é mesmo já outro nível.

Qualquer comparação é francamente desnecessária (inconveniente, até) pois não queremos colocar em risco o ganha-pão de ninguém.

A única coisa em que eu estou disposta a admitir que é melhor no vídeo, é o vestido. Francamente tenho descurado um pouco esse pormenor. Contudo, face à evidência da sua importância, irei brevemente providenciar no sentido de obviar essa situação menos cuidada até agora.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Caríssimos gatunos!



Carta à pessoa, ou pessoas, que na quinta feira passada, tiveram a delicadeza de entrar em minha casa e me esbulharem de uma parte considerável dos meus bens móveis.

Caríssimos gatunos!

Em primeiro lugar não posso deixar de me penalizar pelo atraso a que fui forçada a condenar esta carta que tão obrigada me sinto a endereçar-vos. Contudo, têm de concordar que não são fáceis nem desembaraçados os trâmites porque os senhores me fizeram passar: O chamar a polícia e a resposta aos inquéritos inerentes, requerendo uma atenção muito especial da minha parte ou não fosse macular o vosso desempenho; A observação minuciosa pelos elementos desta força dos aspectos mais encantadores do vosso trabalho; A manutenção dos locais mais afectados em absoluto estado de sítio até à chegada, no dia seguinte da equipa técnica (vulgo CSI) e a intervenção criteriosa desta, recolhendo impressões digitais e outros materiais para posteriores análises de ADN (esta última era a brincar. Ainda não chegaram a esse módulo de formação). Mas mostraram fotografias de alegados possíveis suspeitos para ver se eram reconhecidos como passantes frequentes desta zona.

De seguida, como todos bem sabemos “Depois de casa roubada trancas à porta”, seguiram-se as démarches para a colocação dos alarmes mais adequados para salvaguardar futuras situações semelhantes e, meus senhores, tudo isto são coisas que me consumiram tempo, paciência e disposição para vos escrever.

Contudo, terminados que estão estes procedimentos mais imediatos, há umas quantas coisitas que gostaria de partilhar convosco.

Em primeiro lugar um profundo agradecimento pelo forte profissionalismo e pela enorme noção de ética que revelaram em todo o processo: não partiram vidros, não sujaram os locais por onde passaram (estou em crer até que tiveram o cuidado de limpar, bem limpos os pés no tapete que ali coloco para o efeito. Bem-hajam!), não arrombaram nem danificaram fechaduras, não levaram computadores portáteis, máquinas fotográficas e outros objectos como telemóveis e assim, pelo transtorno que a sua falta me poderia causar.

Por outro lado tiveram o cuidado de ir directamente ao local, que segundo a vossa opinião, seria aquele que se mostraria mais pródigo em valores. E era de facto, fizeram bem o trabalho de casa. Mais uma vez manifestaram profissionalismo.

Aí, cientes de que uma extorsão da totalidade dos objectos encontrados poderia redundar em momentos de intensa infelicidade e, quiçá, mesmo de algum descontrole emocional da minha parte (que não é bonito de se ver), e creio que já um pouco imbuídos de um certo espírito natalício, seleccionaram algumas peças de valor, é certo, tendo contudo deixado ainda umas quantas com as quais me poderei afinal alindar agora na quadra que se aproxima e que semeia amor por todos os lados.

Aproveito, já agora, o ensejo para vos informar que alguns dos colares, brincos, anéis e até relógios que deixaram, não eram tão fraquinhos como pareciam e, como tal, estão já devidamente acautelados onde, provavelmente, sempre deveriam ter estado.

Agradeço também o cuidado que manifestaram ao recolocarem algumas das peças rejeitadas nos seus invólucros originais o que, mais uma vez revela a ética que vos caracteriza. Sempre me pouparam algum trabalho. Pena que não os tivessem colocado todos nos sítios certos, mas também se compreende, não se pode ser perfeito!

Para terminar e já que se mostraram tão idóneos e sensíveis para com os transtornos que poderiam causar, quero retribuir informando que se regressarem, ir-se-ão deparar agora com o mesmo grau de profissionalismo e de bom-senso por vós demonstrado só que agora da minha parte:

Os valores estão acautelados, os alarmes accionados as fechaduras reforçadas e o cão solto.

Boa sorte!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

"A Restauração"



A 1 de Dezembro de 1640 deu-se a Restauração, fartos que estavam os portugueses dos abusos cometidos pelos reis espanhóis, durante o seu domínio sobre Portugal.

Quem foi, então, aclamado como rei de Portugal?

Existem várias versões:

· “O Marquês de Pombal”

· “D. Sebastião”

· “D. Dinis”

· “Luís de Camões”

· “D. Miguel”

· “D. Mestre de Avis”

· “D. Afonso Henriques” (Ainda e sempre!)

Sucederam-se, inevitavelmente, várias batalhas que são conhecidas por fazerem parte da “Guerra da Restauração”, como, para exemplificação,

· “Batalha de Alcácer Quibir”

· “Batalha de Céguer”

· “Batalha de Monte Carlo”

· “Batalhas de Belém e S. Tomé”

· “Batalha dos três reis”

· “A Batalha das frentes de Alcobaça”

· “Batalha de Monforte

Em outra versão se afirma que a Restauração da Independência se terá dado no ano de “1580”, o que ainda não foi confirmado, note-se.

Quanto às razões que se poderão apontar para justificar a Restauração, citemos algumas:

· “A coroa portuguesa foi usurpada em 1580 à casa que pertencia de juro e herdade”

· “Os reis espanhóis fizeram a união pela força, mas juraram respeitar as leis, faros e costumes do reino de Portugal o que não cumpriram”

Mas, sobretudo, o que justifica mais cabalmente a revolta portuguesa é que “duas ideias perpassam com fios condutores através do movimento restaurador” – e é precisamente esta corrente que desencadeia e estimula o movimento.

O grupo de personagens que levou a cabo esta revolução parece ter pertencido à “Burguesia”, e logo trataram de restituir o poder:

· “À própria burguesia”

· “A Filipe II” (Num hara-quiri espectacular)

· “Ao povo”

· “E a D. João V que recebeu o título de D. João IV de Portugal”

O novo monarca teve de tomar medidas urgentes para garantir o sucesso da revolta. As mais notórias foram:

· “Fez o Ducado de Bragança”

· “O novo rei fez-se pela força”

· “Ele disse que os reis espanhóis só diziam que faziam e nunca chegaram a fazer”

· “Pediu ao Marquês de Pombal que pedisse aos nobres para entregar as terras, senão eram mortos”

· “Mandou expedições para procurar riquezas ao Brasil”

· “Matou algumas pessoas cortando as suas cabeças”

· “Disse que os amava, mas não os temia, por isso não tinha nada com isso”

E embora se trate de uma informação confidencial e secreta, por enquanto, pois pode provocar algum escândalo, “fez o Filipe III”

“D. João IV disse também a D. João V: - Amai-vos; D. Pedro II disse: - Louvai-vos, mas eu que sou vosso senhor nem vos amo nem vos louvo”.

E noutra medida secreta e suspeita:

· “Fez o novo rei, para garantia e sucesso da revolta”

· “Mandou expulsar os revoltosos (que ingrato!) e mandou vir estrangeiros para os treinar (que masoquista!) ”

Excerto da “Nova e Inédita História de Portugal em Disparates” compilada por Luís de Mascaranhas Gaivão.

Este livro, bem como o primeiro consistem , segundo o autor, numa “disparatada História de Portugal, construída com as respostas erradas dos meus alunos, citadas entre aspas e cuja ligação de continuidade , bem como breves introduções de assuntos e alguns comentários a propósito, são da responsabilidade do autor”.